Sensibilidade dentária…

Outubro 21, 2009

Aposto que este rapaz depois disto arranjou outra utilização para o gelo.


A tentação…

Outubro 20, 2009

- PADRE, PERDOA-ME PORQUE PEQUEI (VOZ FEMININA)
- DIGA-ME FILHA – QUAIS SãO OS TEUS PECADOS?
- PADRE, O DEMONIO DA TENTAÇÃO SE APODEROU DE MIM, POBRE PECADORA.
- COMO É ISSO FILHA?
- É QUE QUANDO FALO COM UM HOMEM, TENHO SENSAÇÕES NO CORPO QUE NãO  SABERIA DESCREVER…
- FILHA, APESAR DE PADRE, EU TAMBéM SOU UM HOMEM…
- SIM, PADRE, POR ISSO VIM CONFESSAR-ME CONTIGO.
- BEM FILHA, COMO SÃO ESSAS SENSAÇÕES?
- NãO SEI BEM COMO EXPLICÁ-LAS – NESTE MOMENTO MEU CORPO SE RECUSA A  FICAR DE JOELHOS E NECESSITO FICAR MAIS A VONTADE.
- SÉRIO??
- SIM, DESEJO RELAXAR – O MELHOR SERIA DEITAR-ME…
- FILHA, DEITADA COMO?
- DE COSTAS PARA O PISO, ATé QUE PASSE A TENSÃO…
- E QUE MAIS?
- É COMO UM SOFRIMENTO QUE NÃO ENCONTRO PALAVRAS.
- CONTINUE MINHA FILHA.
- TALVEZ UM POUCO DE CALOR ME ALIVIE…
- CALOR?
- CALOR PADRE, CALOR HUMANO, QUE LEVE ALíVIO AO MEU PADECER…

- E COM QUE FREQUÊNCIA é ESSA TENTAÇÃO?
- PERMANENTE PADRE. POR EXEMPLO, NESTE MOMENTO IMAGINO QUE SUAS  MÃOS MASSAGEANDO A MINHA PELE ME DARIAM MUITO ALÍVIO…
- FILHA?!
- SIM PADRE, ME PERDOA, MAS SINTO NECESSIDADE DE QUE ALGUÉM FORTE ME  ESTREITE EM SEUS BRAÇOS E ME Dê O ALÍVIO DE QUE NECESSITO…
- POR EXEMPLO, EU?
- SIM PADRE, VOCê É A CATEGORIA DE HOMEM QUE IMAGINO PODER ME ALIVIAR.
- PERDOA-ME MINHA FILHA, MAS PRECISO SABER TUA IDADE…
- SETENTA E QUATRO, PADRE.
- FILHA, VAI EM PAZ QUE O TEU PROBLEMA É REUMATISMO…


A nossa vida…

Outubro 16, 2009

Estava eu a navegar na net quando por sorte do acaso me cruzei com um artigo sobre um tema que achei curioso… o nosso estilo de vida. Este artigo foi escrito pelo jornalista João Pereira Coutinho e garanto-vos que vale a pena ler pela simples razão que retrata fielmente a nossa sociadade actual…

‘Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não
aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas. Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar.
Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.

Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida – mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito. É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.

Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac. É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima.

Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade! ‘

funny-life-after-death


De volta !!!

Outubro 15, 2009

Ora boas a todos os cibernautas que andam por ai a surfar nesta bela onda binária que é o “Seriamente na Brincadeira”. Infelizmente, como se devem ter apercebido, tenho estado parado em termos de updates ao blog devido á falta de tempo mas agora que felizmente já tenho disso irei começar a actualizar outra vez o blog sempre que me for possível com o conteúdo mais divertido que conseguir para vós poder proporcionar as melhores gargalhadas.

Para todos um grande abraço e força nisso.

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